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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Como anda sua auto-estima?
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Caminhada: o exercício mais fácil para quem vai viajar
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Postura e técnica adequada durante a caminhada - Mantenha os ombros e o pescoço relaxados. - A postura deve ser ereta e elegante. - Ande com o queixo para cima, olhando para frente e não para baixo. - Os movimentos dos braços contrabalançam os movimentos das pernas, movimentando-se de forma contrária. - Mantenha os cotovelos flexionados num ângulo de 90 graus. Para aumentar a intensidade dos braços, aumente o tamanho da braçada. - O tronco dá uma base forte para as pernas trabalharem rapidamente. Ele se move pouco e mantém o abdome sempre contraído. - Ao dar o passo, o calcanhar deve ser o primeiro a apoiar o chão com o peso do corpo, depois apóie todo o pé e por último os dedos. Quando o peso é transferido, a parte posterior da coxa impulsiona a passada. - Respire profundamente. Respire usando o abdome, enchendo-o de ar na inspiração e soltando o ar na expiração. Você utiliza mais oxigênio, aumentando a sua capacidade pulmonar. Desta forma você trabalha o diafragma. - Mantenha o quadril em linha reta e voltado para frente. - Deixe o quadril, joelhos e pés alinhados.
- Canelas doloridas. Para alongar, sente-se numa cadeira, cruze uma das pernas sobre a outra e puxe a ponta do pé para baixo, forçando os dedos para baixo, alongando a canela. Segure a posição por 30 segundos e troque o lado. Para fortalecer, fique em pé e levante os dedos dos pés para cima, tirando-os do chão.
- Para iniciantes. - Para quem já está acostumado a caminhadas.
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Aproveite bem o carnaval: hidrate-se!
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Com a perda maior de líquidos, o organismo passa a não desenvolver bem suas funções e pode ocorrer a desidratação, estado de perda excessiva de água pelo organismo, acompanhada da perda de sais minerais e orgânicos.
Verifique também a data de validade dos alimentos e opte sempre por alimentos frescos e feitos na hora. Mas, voltando à hidratação, com o carnaval é impossível não se soltar e dançar bastante e isso pede também a ingestão freqüente de líquidos. A água é a melhor bebida, sem comentários. Nosso corpo precisa da água, que é constituinte do organismo. Além dela, pode-se ingerir outros líquidos que também favorecem a hidratação, como sucos de frutas, água de coco e outros isotônicos industrializados, que repõem líquidos e eletrólitos perdidos durante a transpiração. É importante ter cuidado ao tomar isotônicos, lembrando que não é qualquer pessoa que pode tomá-los. Devem evitar essa bebida: gestantes e lactantes devido justamente à presença de eletrólitos, hipertensos devido à presença de sódio, diabéticos devido à presença de sacarose, celíacos pela possibilidade de possuir glúten e pessoas com doenças renais, quando é difícil manter a estabilidade desses nutrientes no organismo, sendo difícil também eliminar tais substâncias. E quem pensa que vai estar bem hidratado com aquela cervejinha ou caipirinha, cuidado! Se você não sabe, as bebidas alcoólicas não possuem o poder de hidratar, já que possuem álcool. Além disso, são diuréticas, aumentam a excreção de urina, prejudicando ainda mais a hidratação do organismo. Por isso, não se engane. Você pode beber a sua cervejinha, mas com moderação e não se esqueça da água para complementar. Assim você curte o seu carnaval até o fim, sem ter que parar a festa no meio por estar fraco e desidratado. Bom carnaval! |
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Carnaval
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A alimentação balanceada, necessária para a conservação da saúde, deve conter nutrientes indispensáveis, como carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, sais minerais, fibras e líquidos. Por falar em líquidos, beba muita água para ficar hidratado. O álcool, além de todos os malefícios conhecidos, é altamente calórico. Evite bebidas alcoólicas. A sua disposição e alegria deve ser espontânea, uma demonstração do caráter festivo dos brasileiros.
Reorganizar-se e incluir na rotina diária algumas atividades prazerosas é uma fórmula bem mais saudável que a agitação dos quatro dias de folia. Cada um de nós sabe o que gosta, que relaxa e descansa. Selecionar alguns itens desta lista e praticá-los diariamente fortalece o ânimo e a disposição para o dia a dia. Podem ser prazeres muito simples, como uma caminhada, um banho relaxante, ouvir ou tocar música, sentar na sua poltrona preferida, apreciar uma paisagem. É importante dar oportunidade para a mente e o corpo descarregarem as tensões que prejudicam o bem-estar e a satisfação. A palavra satisfação significa “ação que satisfaz”, ou seja, para sentir satisfação é necessário partir para a ação. Para produzir efeito, a ação precisa ter sentido, utilidade e eficácia. O ser humano está sempre buscando sentido para a vida e para o que faz. Quem não encontrar este sentido pode se tornar uma pessoa deprimida e sem vontade de viver. Neste carnaval reserve um pouco de energia e tempo livre para repensar vários aspectos de sua vida, visando aumentar a sua satisfação no dia a dia. Não se esqueça que a vida é dinâmica e exige constante adaptação. Cuide-se bem e bom carnaval! | |||||||||
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Dicas anti-estresse
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
4 passos para ser mais disciplinado
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Assuma seus problemas. Atribuir as causas dos seus fracassos a outras pessoas em nada contribuirá para a solução dos seus problemas. Um acontecimento ou uma outra pessoa podem realmente estar na origem dos problemas, mas a solução só virá de você mesmo. Se você não está satisfeito, é preciso fazer todo o possível para superar as dificuldades e vencê-las. As escolhas que você faz na vida são de sua inteira responsabilidade. Comece devagar. As transformações são lentas e ninguém se modifica de um dia para o outro. Estabeleça metas modestas e quando estiver bem preparado exija mais de si. Diga não às exceções. Se cedermos a todo o momento, as exceções acabam se tornando regra e as metas não são atingidas. É necessário manter coerência entre o que é proposto e o que é efetivamente realizado. Caso contrário será muito difícil manter ações disciplinadas e bem sucedidas. Habitue-se à disciplina. Para isso é necessário reconhecer a importância que ela exerce para alcançar as metas estabelecidas. Vivendo o presente com método, o futuro que desejamos poderá ser alcançado mais facilmente. A disciplina deve se tornar um hábito e um meio para nossas conquistas. Para muitas pessoas pode parecer que a disciplina signifique carregar um pesado fardo todos os dias. Isso é um equívoco, já que para alcançar o que desejamos precisamos ser disciplinados, senão correremos o risco de seguir caminhos longos e penosos, com maior probabilidade de frustração. Ao enfocarmos o emagrecimento, percebemos que a disciplina é um fator importante para que ele aconteça. Ao iniciar um programa alimentar não pense apenas em perder peso, mas sim em emagrecer de verdade. O verdadeiro emagrecimento é um processo contínuo e prolongado, que envolve educação alimentar. Não é feito apenas para entrar naquela calça jeans ou no vestido da próxima festa. Não existem fórmulas prontas para reverter atitudes e modo de pensar. Acredite em seu poder de mudança e não dispense a ajuda profissional de médicos, psicólogos e nutricionistas, se achar isso necessário para adotar e manter um estilo de vida mais saudável e com disciplina. | |||||||||
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
COMO ESTÁ SUA VIDA?
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Algumas pessoas olham para o passado e conseguem perceber as lições, ainda que a custo de muito sofrimento valorizam o aprendizado e sabem aprender com a experiência passada. Outras só se lamentam sobre o corrido, repetindo o mesmo padrão por anos, sem aprenderem absolutamente nada. Essas se colocam no papel de vítimas, onde só conseguem se lamentar sem nada fazer para mudar. O que deixou de fazer há três, cinco, 10 anos atrás e que até hoje está sofrendo as conseqüências? Não terá sofrido o suficiente para perceber que algo diferente deve ser feito? Mas, o quê fazer? Isso somente você poderá responder. Quem sabe poderá começar pensando em ser mais flexível? Mais aberta às mudanças? Ou você sofre da síndrome de Gabriela, lembra-se? “Eu nasci assim, eu fui sempre assim, vou morrer assim...” Você só consegue pensar que não há mais como mudar. Afinal, já se passaram tantos anos? Você já se sente “velha” para aprender? Nada disso! Velho é quem pára de aprender, não se atualiza. E hoje vivemos em constante processo de mudança, quando pensamos em algo, já mudou! Enquanto continuar acreditando que as coisas devem ser feitas sempre da mesma maneira, possivelmente tudo continuará tendo o mesmo resultado. É preciso estar em constante aprendizado, aberta a mudanças, seja sobre o que for. Seja em relação ao trabalho, a educação dos filhos, fazer a comida, se relacionar, amar. Enfim, tudo muda em fração de segundos e devemos acompanhar esse processo se desejarmos evoluir, crescer. Do contrário, encontraremos estagnação e, muitas vezes, sofrimento. Você pode começar analisando algumas situações e, que, na correria, se esquece de dar uma paradinha para avaliar suas relações. É final de ano e o momento é propício para fazer um balanço de sua vida. Responda a si mesma às seguintes perguntas:
Não, não há receita nem fórmula mágica. Mas é certo que para as mudanças ocorrerem depende muito mais de você. Cultive dentro de você a esperança, a fé, mesmo quando tudo parecer estar perdido. É a harmonia consigo mesma e com aqueles que convive que lhe trará paz interior e preencherá seu vazio. É o amor por si mesma e o respeito por seus valores e sentimentos que a farão se sentir uma pessoa de valor. E isso com certeza ninguém poderá lhe dar. Mas, também, ninguém poderá lhe tirar. É uma conquista absolutamente sua e, que, com certeza, fará toda diferença em sua vida. Depois de todas essa reflexões e prováveis mudanças, talvez a história que irá contar quando encontrar sua amiga seja bem diferente. |
Amor e auto-imagem
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Um dos métodos de se construir uma auto-imagem positiva é através da visualização. É “ver” de forma ativa uma imagem mental adequada quando se fecha os olhos. No caso da obesidade é ver-se com um corpo magro, compatível com a estrutura, vestido adequadamente, inclusive vendo as cores da roupa, ouvindo o que os outros falam (só elogios, claro) e como está se sentindo acontecendo tudo isso. A imagem do novo corpo formado mentalmente cria no cérebro as mesmas representações que a percepção física real do mesmo objeto e produz os mesmos efeitos emocionais análogos que as entradas sensoriais. Toda nova informação, quando penetra na mente, tende a substituir outra antiga relacionada com o mesmo assunto. A última é que geralmente permanece. Resumindo, a pessoa deve arranjar tempo para si, fazer o possível para não ser perturbado durante a visualização, ver a própria imagem o mais detalhadamente possível, ouvir o que os outros dizem e sentir a sensação do resultado. Repetir duas vezes ao dia. A auto-imagem atual não se baseia na “realidade” (território), mas em como se imagina (mapa). O que se mudar por aprendizado reflexivo a auto-imagem irá tornar realidade em pouco tempo. É mais fácil de buscar. Quem se ama, fará o emagrecimento e conseqüentemente terá melhores relacionamentos na vida. | |||||||||
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Separação, a única saída?
| Quando a vida do casal torna-se insuportável, uma alternativa sadia pode ser a separação. Se vocês já não se falam mais a não ser o necessário, não há respeito, cumplicidade, amizade, é preciso fazer uma análise e indagar o que ainda têm em comum, além de morar sob o mesmo teto. Caso as duas partes concluam que nada mais de sadio as une e que não é mais possível melhorar a vida em comum, pois ambos passam o tempo brigando ou sonhando com o afastamento, a separação pode ser a última opção saudável, ainda que dolorosa. Se após uma consulta séria a seu coração, ainda tiver dúvidas, procure bons motivos para vocês continuarem juntos e defina o que ambos precisam fazer para reformular o relacionamento. Tente definir os motivos que o levaram a unir-se àquela pessoa ou a conviver tanto tempo com ela. Indague-se, por exemplo, "por que fiquei com esta pessoa até agora?", talvez você descubra coisas boas do relacionamento e motivos para tentar mantê-lo. Entretanto, se a resposta de sua análise profunda for pela separação, não tema, siga em frente, mas siga consciente de que a separação não é uma saída mágica, nem simples. Separar-se de forma saudável, sem culpas, manipulações ou preconceitos, não é fácil. Existem casais que conversam e chegam à conclusão de que o melhor é dissolver sua união, mas não conseguem. A separação ainda é uma experiência extremamente dolorosa e desgastante. O desejo de separar-se raramente acontece de repente. Só fica claro quando não há mais respeito, confiança, admiração, nem amor ou atração e acontece a traição. Ou ainda, quando se sente que não é mais possível realizar os desejos com o outro, quando não há mais sonhos em comum, quando não há mais saudade, vontade de estar junto. Pode até ser que uma das partes não perceba ou finja que não percebe, mas a outra, aos poucos, vai dando sinais do desgaste, pois ninguém deixa de amar de uma hora para outra. O gesto da separação pode parecer repentino, mas o desejo já estava presente há muito tempo, por mais que não tenha sido verbalizado. Saber que sobreviverá à separação não impede de ficar indeciso, sentir medo e a dor da perda. Qualquer decisão tomada na vida, implica em ganhar algumas coisas e perder outras, abrir certas portas e cerrar outras. Enfrentar perdas, contudo, é um dos maiores problemas do ser humano. Por isso, a perda de um relacionamento, de uma possibilidade de vida em que se acreditou um dia, precisa ser elaborada. Para elaborarmos essa perda com menos sofrimento, precisamos pensar nas vantagens que teremos com a decisão, a curto e longo prazo. O que não podemos é ficar anos na indecisão. Quando finalmente conseguimos nos decidir e tomamos as atitudes necessárias para cumprir a decisão, é comum sentirmos um certo alívio, pois, com isto, acabam as brigas, as discussões intermináveis e as agressões, não só com o outro, mas principalmente, consigo mesmo. Muitos casais se surpreendem ao descobrir que o ato da separação não provoca sofrimento; isso acontece quando já sofreram ao longo dos anos e quando a decisão se concretiza, o alívio é maior que a dor. Mas também há aqueles que sofrem, e muito, após a separação, pois sequer imaginavam. Também são comuns sentimentos como culpa e rejeição. A perda torna-se dolorosa. Além da perda física do outro, perde-se a relação, os planos futuros, tudo o que se acreditou um dia e a expectativa de viver pra sempre junto daquela pessoa. Podemos e devemos nos permitir sentir a tristeza, mas sem exageros, para não cairmos em depressão. A forma de evitar isso é a consciência clara de que tudo tem limites. Apesar de não ser fácil aceitar essa realidade, ninguém pode impor viver ao lado de quem não se quer mais para dividir a vida. A ruptura é um processo que ocorre em diversos níveis. No plano externo, precisamos comunicar nosso desejo ao outro, mas o mais difícil é o processo interno, psíquico. Nesse plano, o processo de elaboração da perda começa antes da decisão e, em geral, termina muito depois da separação. Para evitar a sensação de perda, a frustração e o luto, sentimentos inevitáveis, desenvolvemos mecanismos de defesa como a agressividade, a fuga pelo trabalho e a total desvalorização do outro. Muitas pessoas colocam-se em constante movimento, ocupando todo seu tempo e negando seus desejos e emoções mais autênticas, o que não contribui em nada para a superação da perda. É possível, porém, aproveitar este momento de elaboração para transformar a crise em algo enriquecedor, encarando como uma oportunidade de reconstrução de nosso próprio "eu". Ao elaborar todas as raivas, culpas e tristezas e assumindo nossas responsabilidades, adquiri-se a capacidade de perdoar a si mesmo e ao outro. O passado não pode ser mudado, mas podemos aprender com ele. Assim, nossa auto-estima, que estava baixa, aos poucos tende a crescer e readquirimos confiança para dar os próximos passos. Em conseqüência do crescimento pessoal, podemos fazer um balanço de nossos sentimentos mais íntimos e experiências passadas, não para ficar chorando, mas para aprender e crescer ainda mais. Os momentos de solidão são inevitáveis, mas podem ser vividos com dignidade e serenidade. Eles oferecem uma oportunidade de nos conhecermos mais e mais, de nos tornarmos responsáveis por nós mesmos, termos confiança em nossa capacidade de pensar, discernir e ir em frente. Reestruturando nossa auto-imagem, reaprenderemos a nos amar, sem esperar mais do outro. É importante lembrar que a separação é uma alternativa positiva quando a relação não tem mais nada de sadio, mas não deve ser uma postura de vida, que nos leva a pensar em ir embora a todo o momento que surge uma dificuldade. Se após uma consulta séria ao seu coração a resposta for negativa, ou seja, continuar junto, peça perdão pelos seus erros, reconheça sua parte, repense tudo e recomece. Mas se a resposta for pela separação, pois não há mais amor, siga em frente, acreditando acima de tudo em você mesmo. |
Convivência em família
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A experiência de vida e o amor dos pais pelos filhos são fatores importantes para o bom relacionamento familiar. Compete aos pais facilitar esse relacionamento com flexibilidade e espírito jovial. Educar com liberdade e ensinar a administrá-la com responsabilidade é a melhor forma para desenvolver a confiança e consolidar a amizade entre pais e filhos.
A forma de comunicação tem um impacto muito grande na saúde física e mental dos membros da família, pois influencia na maneira como as pessoas lidam com as emoções. Pode afetar as atitudes, a auto-estima e a reação a situações estressantes. Se o prazer do relacionamento afetivo saudável for substituído por conflitos sem solução adequada, a família será sem dúvida infeliz. | |||||||||
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Algumas dicas que podem te ajudar a identificar ou lidar com sua raiva
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Tudo isso são paliativos, o melhor mesmo é identificar seus sentimentos. Para isso, você poderá ainda fazer o seguinte exercício: Quando perceber que vai ter um ataque de compulsão alimentar, desencadeado por irritação, frustração, humilhação, raiva, procure deixar para comer cinco minutos mais tarde ou, se já estiver comendo, pare e reflita. Se quiser, ainda, escreva as respostas: - O que estou pensando e sentindo? As respostas não são tão simples, mas, com certeza, estão dentro de você e exigem muita reflexão e o desejo interno de querer mudar. |
Você engole sua raiva?
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Para buscar a origem de qualquer dificuldade, entre elas a da compulsão alimentar, o mais indicado é fazer uma psicoterapia. Mas é possível também a própria pessoa buscar as razões de seus comportamentos, desde que, é claro, esteja disposta a encontrar. Para se tornar consciente do que até então é inconsciente é preciso muita reflexão e uma busca pela verdade.
Assim, surgem os comportamentos que não temos controle, porque quem está no comando é o inconsciente. Por isso muitas pessoas reagem às emoções comendo em excesso e dizem não saber por que se comportam desse modo. Dentre vários motivos para comer compulsivamente está a raiva, a qual pode ser provocada por diversos fatores como: vergonha, decepção, frustração, desprezo, humilhação. Quem nunca ouviu uma piadinha ou uma crítica pelo excesso de peso e não pode ou não conseguiu responder? E a dificuldade em comprar uma roupa bonita de acordo com seu peso, quando as que têm em casa não servem mais? Não é para sentir raiva? E as críticas e as cobranças da família, do marido? Claro que sente raiva. E todo aquele sacrifício para eliminar algumas gramas e, ao contar toda feliz você ouve: “mas só isso?”. Como não sentir raiva quando somos humilhadas, desrespeitadas? Mas, como somos ensinadas que não devemos sentí-la. Ou pior ainda, demonstrá-la, então a engolimos e reprimimos para os outros e, principalmente, para nós mesmas.
Com isso, sente culpa, mas a culpa na verdade não é por comer, mas sim pela raiva que sentiu, negou e também, por ter se permitido passar por alguma situação que a machucou. E o que passa a incomodar não é mais o que fizeram, nem a raiva sentida. Ao ser reprimida, foi tirada da consciência, ficando assim guardada no inconsciente, o que agora aparece como verdadeiro problema é o aumento do peso. Algumas pessoas também podem somatizar e tornar físico, desenvolvendo gastrite, úlcera, fortes dores no estômago, tudo em conseqüência da raiva e dos demais sentimentos que foram reprimidos. Outro problema muito comum e gerador de raiva é não saber impor limites, ter dificuldade em dizer a palavrinha mágica: “não!”. Pessoas que procuram se mostrar sempre dóceis, simpáticas, sempre disponíveis para os outros, por dentro podem estar remoendo sua raiva por terem feito coisas que não queriam ter feito. Reprimir a raiva é um modo de se proteger de algo que gostaríamos de evitar. Mas, enquanto a raiva for reprimida e não se buscar a origem, o conflito interno permanece. É preciso entender que o problema não está na compulsão alimentar e, em conseqüência, no excesso de peso, mas sim em qual sentimento está tentando reprimir ao comer. O que pode estar por trás de tudo isso? Uma enorme necessidade de ser aceita, receber carinho, admiração, reconhecimento, aprovação. Isso se dá porque, em geral, as pessoas não se amam e não acreditam em si mesmas, precisando mostrar o quanto podem ser úteis e, assim, aceitam fazer tudo, ainda que vá contra a vontade delas, aceitam ouvir tudo sem se defenderem com o intuito, inconsciente, de receberem aprovação, reconhecimento, amor. |
Seja um bom autor da sua história
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Todos sentimos medo e tristeza durante vários momentos da vida. É um indicativo de que algo deve ser enfrentado para permitir o nosso crescimento. Isso deve ser feito com estratégia, conhecimento e segurança. De nada adianta viver fugindo de nossos medos. Os fatos tristes da vida não acontecem para trazer uma amargura sem fim. É necessário aprender com eles, dando novo significado ao presente, sem esquecer que o passado não pode ser modificado. | |||||||||
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Anticoncepcional engorda mesmo?
Quarenta anos depois da invenção da pílula, muitas mulheres ainda se queixam de ganhar peso e inchar ao fazer uso do medicamento. Vamos esclarecer de uma vez: afinal
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| Você notou que as suas roupas ficaram apertadas depois de iniciar a primeira cartela de pílula? Sua irmã, prima, colega de trabalho ou amiga da amiga algum dia comentou sobre esse efeito indesejável ou outro, como aumento de apetite? A probabilidade de ter ouvido queixas - ou as sentido na própria pele - sobre o método, tão popular quanto controverso, é bastante alta. Mas, como os dois lados de uma moeda, a verdade em relação ao anticoncepcional é relativa. Pílula engorda? Sim e não, muito pelo contrário. Não, não é loucura. |
"Em medicina, um mais um não é igual a dois. Isso quer dizer que um tipo pode ser perfeito para uma paciente e péssimo para outra", afirma a ginecologista e obstetra Vera Lúcia Delascio Lopes, da Pro-Matre Paulista e membro da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo.
Avanços reais
Desde que foi descoberta, nos anos 60, a pílula evoluiu muito, para alívio de todas nós. Das superdoses de hormônios, que produziam uma grande lista de efeitos colaterais - sem falar nos riscos de complicações circulatórias e doenças cardiovasculares - até a nova geração de pílulas, que reduziu a quantidade dos hormônios para 10%, o dia-a-dia das usuárias do método melhorou muitíssimo. "Com a microdosagem da nova geração de contraceptivos, efeitos como edema, náusea e dor de cabeça diminuíram muito", atesta a ginecologista Ceci Mendes Carvalho Lopes, chefe do Setor de Planejamento Familiar da Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
"Substâncias sintéticas, como a ciprosterona e a drospirenona (semelhante à progesterona produzida pelo organismo da mulher), presentes nas fórmulas de uma nova geração de anticoncepcionais aliviam os sintomas da TPM, regulam a oleosidade da pele, melhoram a textura e o brilho dos cabelos", acrescenta. Já o desogestrel, progestogênio, garante ação contraceptiva, ainda que seja tomada com até 12 horas de atraso, contra as três horas garantidas pelas fórmulas convencionais.
| A drospirenona também tem leve efeito diurético; assim, ajuda na eliminação do sal e provoca menos retenção de líquidos. Vale dizer que, do ponto de vista da contracepção, essas verdadeiras pílulas da beleza equivalem às outras disponíveis. |
O complô do sobrepeso
Mesmo com as conquistas alcançadas nos tubos de ensaio, os anticoncepcionais não atingiram a perfeição. As reações adversas do consumo de todas as marcas são semelhantes e incluem, em diferentes graus, dor de cabeça, dores nos seios, enjôo e dor abdominal. Além disso, a maioria das pílulas causa alguma retenção de líquido. "Ainda há dificuldade de controlar certas reações", reconhece a médica Ceci Mendes. Mas o fato de você engordar tomando pílula se deve a um conjunto de fatores. Um deles é o aumento de apetite, comum na segunda metade da cartela. "O ciclo do anticoncepcional é dividido em duas etapas: do 1º ao 15º dia é a fase estrogênica; e do 16º em diante, a fase progesterônica, cujos hormônios se assemelham aos da gravidez. Daí a vontade acentuada de comer doce, como acontece com as gestantes", descreve a ginecologista.
Também é na segunda metade da cartela que ocorre a retenção hídrica. "A situação é agravada para mulheres que têm a resistência à insulina aumentada, pois atingem facilmente o pico da glicemia e, quando a taxa cai, vem a necessidade de comer doce. Algumas pacientes engordam de 1 kg a 1,5 kg. Depois da menstruação, e ao retomar a pílula, esse processo tende a melhorar," diz Ceci Mendes.
Conforme a formulação, os sintomas indesejáveis podem diminuir. "Hoje as pílulas com menor dosagem hormonal são as mais usadas, por minimizarem efeitos colaterais. A palavra final, de qualquer forma, deve ser a do médico", conclui a ginecologista Vera Delascio.
| Escolha consciente A máxima "cada caso é um caso" aqui cabe muito bem. Exemplo? Se você tem propensão à enxaqueca, não deve tomar drospirenona - a substância tende a causar dores de cabeça. É possível que mulheres com histórico de hipertensão e diabetes, problemas circulatórios ou cardiopatias tenham o desenvolvimento de doenças acelerado com o uso de pílula. E há certos tipos que podem aumentar feridas preexistentes no colo do útero. O melhor a fazer, portanto, |
Relógio hormonal
Todos nós, mulheres e homens, temos implantado no nosso corpo uma espécie de relógio natural, conhecido como ritmo circadiano. Ele é regido pelo hipotálamo, que controla algumas das atividades mais importantes do organismo, entre elas o sono, a temperatura corporal e a função celular. No nosso caso, o relógio que define a produção de hormônios, ou o ritmo circadiano hormonal, tem funcionamento vespertino, entre 5 h e 7 h da noite (período de mais produção hormonal).
Partindo do princípio que o anticoncepcional oral copia o modelo de funcionamento dos ovários, a forma de ingerir a pílula deve respeitar esse conjunto harmonioso de reações. Ou seja, se você tomála ainda na parte da manhã, por exemplo, está invertendo o ritmo, o que certamente contribui negativamente para o bem-estar geral do seu organismo.

