sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sonhe


Conhece a fábula da cenoura presa ao cavalo? Ao vê-la em sua frente - pendurada em um pedaço de pau amarrado sobre as costas do animal -, o cavalo avança sempre, para alcançá-la! O truque é mantê-la presa sempre à distância para que ele nunca pare de sonhar em abocanhá-la!

E assim ele vai indo sempre cada vez mais longe...

Assim é o sonho.

Todos nós precisamos de alguma coisa pela qual valha a pena lutar.
O sonho transforma as pessoas de observadores a participantes ativos da vida.

Deixamos de seguir ao sabor do vento.

Nosso sonho passa a ser "o" nosso caminho com muito mais chances de sucesso!

Portanto, ouse sonhar. Acredite e trabalhe para que ele se realize. Faça isso sem prensar em problemas ou obstáculos.

A história está aí cheia de exemplos de homens e mulheres que enfrentaram dificuldades, mas - mesmo assim - alcançaram o sucesso.

A diferença é que eles não desistiram, não pararam no meio do caminho. Isso se chama ação e fé!

"Impossível"! Descarte essa palavra do seu dicionário.

Faça correções de curso se assim for preciso. Isso é normal.

O sonho vai lhe dar razão para prosseguir, um caminho a seguir, um alvo a alcançar.

Lembre-se sempre o que dizia o poeta Mário Quintana: "Sonhar é acordar-se pra dentro".

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Imóveis



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Dieta da Alegria


Não se esconda. A vida está aí para todos em igualdade de condições, sem distinção de qualquer espécie: seja de raça, cor, sexo, religião, opinião política ou de outra natureza.

Todos os homens nascem livres e iguais.

E isso vale para você que está lendo isso neste momento!
Portanto, não conspire contra você. Seja seu maior e mais forte aliado.

Não guarde mágoas. Guarde lembranças.
Não chore lembranças. Recorde alegria.
Não viva do passado. Aproveite o presente.
Não fuja do agora. Prepare o amanhã.

Você pode e deve escolher o roteiro da sua vida.
Apague o que já passou e não retorna mais.

Não perca tempo com águas que já passaram...
elas não movem moinho!

Refaça seu acervo de lembranças:
As más relegue ao esquecimento.
Às boas dê ainda mais brilho.

Faça a dieta da alegria:
Um sorriso a cada manhã;
Um agradecimento ao final do dia.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Não apresse...


Não apresse a chuva, ela tem seu tempo de cair e saciar a sede da terra.

Não apresse o pôr do sol, ele tem seu tempo de anunciar o anoitecer até seu último raio.

Não apresse a sua alegria, ela tem seu tempo para aprender com a sua tristeza.

Não apresse seu silêncio, ele tem seu tempo de paz após o barulho cessar.

Não apresse seu amor, ele tem seu tempo de semear mesmo nos solos mais áridos do seu coração.

Não apresse sua raiva, ela tem seu tempo para abrir-se nas águas mansas da sua consciência.

Não apresse o outro, pois ele tem seu tempo para florescer.

Não apresse a si mesmo, pois você precisa de tempo para sentir a sua própria evolução.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Almas perfumadas


Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta, ou de sol quando acorda. De flor quando ri.

Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, sem relógio e sem agenda.

Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça, lambuzando o queixo de sorvete, melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher.

O tempo é outro e a vida fica com a cara que ela tem de verdade, mas que a gente desaprende de ver.

Tem gente que tem cheiro de colo de Deus, de banho de mar quando a água é quente e o céu é azul.

Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis.

Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo, sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso.

Ao lado delas, pode ser abril, mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava o presente do Papai Noel.

Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daquelas que conseguimos acender na Terra.

Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza.

Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria, recebendo um buquê de carinhos, abraçando um filhote de urso panda, tocando com os olhos os olhos da paz.

Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.

Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa, do brinquedo que a gente não largava, do acalanto que o silêncio canta, de passeio no jardim.

Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo, corre em outras veia pulsa em outro lugar.

Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos Deus está conosco, juntinho ao nosso lado e a gente ri grande que nem menino arteiro.

Tem gente, como você, que nem percebe como tem a alma perfumada!

E que esse perfume é dom de Deus.

(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Imóveis


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Ser carioca

É duro admitir mas ser carioca é falar sem medir consequências. É dizer "vem" e se assustar com o tocar da campainha.

Ser carioca é não ter hora de ir pra praia nem ter hora pra sair de lá. É de repente nem aparecer. É a cultura da espontaneidade que só quem é, sabe. Só quem mora no Rio, entende. É mudar de opinião, mudar de atitude ao sentir vontade. Desejo, logo faço. Não quero, tudo bem.

É ser sincera ao falar e verdadeiro ao omitir. É viver sem obrigações. Ser responsável com o seu querer.

Me desculpem os paulistas, mas ser carioca é ser natural. É confiar nos próprios instintos.

É encontrar com celebridade na rua e virar o rosto para olhar o pôr-do-sol. É ser blasé com a própria rotina. É sorrir para o surreal.

É sair para a night de havaianas e cabelo molhado. Ir para o shopping como quem muda de cômodo. É fazer de tudo uma ida à esquina. É ver o inédito como óbvio. É dizer sim sem balançar a cabeça e depois virar pro lado e dizer: "Ahn?"

Ser carioca é voltar pra casa depois de trabalhar e olhar a paisagem verde. É dormir até tarde sem pressa de viver. Porque a vida está lá fora. A natureza é aqui. Sem pressa, sem compromisso. É apenas sentir.

É gostar de roda de samba na esquina. Sem clube nem turma. É ser amigo do estranho. É ver corpos bonitos passar e poder contemplar a beleza de ser e de estar.

É viver na cidade maravilhosa e não se orgulhar de monumentos. É sorrir para qualquer mendigo na rua. É conhecer barulho de fuzil, ter medo mas não se afligir.

Ser carioca é se permitir.

(Renata Maneschy)

Elegância


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detecta-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detecta-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detecta-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.

É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber disso...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo.

É elegante a gentileza...
Atitudes gentis, falam mais que mil imagens.
Abrir a porta para alguém... é muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante.
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza pela observação,
Mas tentar imita-la é improdutiva.

A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras".

Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura.

(Martha Medeiros)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

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"As pessoas comuns pensam apenas como passar o tempo. Uma pessoa inteligente tenta usar o tempo."
(Arthur Schopenhauer)
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
(Fernando Sabino)

O cachorro e o açougue


Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca. Ele pegou o bilhete e leu:

- 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor'.

Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.

O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:

-'Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'

A pessoa respondeu:

- 'Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido esquece a chave!'

Moral da História:

Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns você estará sempre abaixo do esperado. Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.

Quem conhece os outros é inteligente. Quem conhece a si mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte. Quem vence a si mesmo é invencível.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Culpa ou destino?


Como é que você se vê? Como uma pessoa de sorte ou como alguém para quem "nada dá certo"? Acha que é daqueles que tiram o máximo das coisas boas da vida? Ou acha que está entre os que têm de carregar um peso maior de tristezas do que seus ombros mereciam?

A "sorte", somos nós que a fazemos, boa ou má, de acordo com o nosso comportamento (pensar, planejar e agir). Shakespeare consegue resumir tudo numa frase de Júlio César, quando diz: "Os homens, em certos momentos, são senhores de seus destinos. O erro, caro Brutus, não está nas estrelas, mas em nós".

Seríamos, sim, senhores de nossos destinos, se aprendêssemos a converter pensamentos em ações, direcionando-as no sentido de dar vida ao potencial criativo que há em nós. Tudo dá certo, sempre que alinhamos pensamento e objetivo: são aqueles momentos em que nos tornamos senhores de nosso destino.

Quem escolheu o caminho fomos nós. Somos nós os responsáveis pelas nossas escolhas, certas ou erradas, que constroem ou destroem um sonho.

Nosso destino não está nas estrelas, mas nas nossas próprias mãos. Podemos não ter o poder de mudar o mundo, mas podemos mudar a nós mesmos.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Sem medo do oceano...


Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê a sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente.

O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano. Mas tornar-se oceano.

Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.

Assim somos nós. Só podemos ir em frente e arriscar.

Coragem!

(Osho

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Geléia de Maçã

Ingredientes:

-2 kg de maçãs

-1,5 litro de água

-açúcar

Preparação:

Corte as maças em fatias e leve-as a cozer entre 45 minutos a 1 hora ou até a polpa estar macia e o líquido tiver reduzido um terço. Coe o líquido através de um pano.
O líquido deve escorrer bastante lentamente e o pano não deve ser torcido para que a geleia não fique turva.
Meça a quantidade do líquido coado e para cada 5 dl junte 500 grs de açúcar.
Leve a ferver em lume forte durante 10 minutos.
Retire do lume e com uma espumadeira molhada em água fria, retire a espuma.
Deite a geleia em frascos.