sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

COMO ESTÁ SUA VIDA?


Se você encontrasse com uma
amiga que não vê há muito tempo
o que contaria sobre sua vida?

O que tem acontecido de significativo? Você teria
para contar mais problemas, decepções, frustrações.
Enfim, faria muitas lamentações
ou contaria muitas conquistas, crescimento, mudanças? Ao pensar em sua vida, como a descreveria agora?

Pense nisso. E daqui para frente,
o que espera que aconteça? E o que você está efetivamente fazendo para alcançar aonde
quer chegar?


Se suas respostas foram baseadas em dúvidas, incertezas, inseguranças, sempre com pensamentos negativos, duvidando que seja capaz de conseguir algumas coisas que deseja, como espera conseguir mudar sua realidade? O que está fazendo para mudar algumas situações que dependem exclusivamente de você? Ou você está aceitando tudo, conformada, pensando: “já que está tudo ruim mesmo, o que se pode fazer?” Saiba que é possível fazer muitas coisas para alcançar o que quer que deseje. Desde que saiba o que quer, ou também poderá começar pelo que já sabe que não quer.

“É a harmonia consigo mesma e com aqueles que convive que lhe trará paz interior e preencherá
seu vazio”

Ao olhar para trás deve ter muitas experiências ruins, que não deseja
mais passar, mas que também trouxeram muitos aprendizados.
O que aprendeu de significativo em
sua trajetória de vida?


Algumas pessoas olham para o passado e conseguem perceber as lições, ainda que a custo de muito sofrimento valorizam o aprendizado e sabem aprender com a experiência passada. Outras só se lamentam sobre o corrido, repetindo o mesmo padrão por anos, sem aprenderem absolutamente nada.

Essas se colocam no papel de vítimas, onde só conseguem se lamentar sem nada fazer para mudar. O que deixou de fazer há três, cinco, 10 anos atrás e que até hoje está sofrendo as conseqüências? Não terá sofrido o suficiente para perceber que algo diferente deve ser feito? Mas, o quê fazer? Isso somente você poderá responder.

Quem sabe poderá começar pensando em ser mais flexível? Mais aberta às mudanças? Ou você sofre da síndrome de Gabriela, lembra-se? “Eu nasci assim, eu fui sempre assim, vou morrer assim...” Você só consegue pensar que não há mais como mudar. Afinal, já se passaram tantos anos? Você já se sente “velha” para aprender? Nada disso! Velho é quem pára de aprender, não se atualiza. E hoje vivemos em constante processo de mudança, quando pensamos em algo, já mudou!

Enquanto continuar acreditando que as coisas devem ser feitas sempre da mesma maneira, possivelmente tudo continuará tendo o mesmo resultado. É preciso estar em constante aprendizado, aberta a mudanças, seja sobre o que for. Seja em relação ao trabalho, a educação dos filhos, fazer a comida, se relacionar, amar. Enfim, tudo muda em fração de segundos e devemos acompanhar esse processo se desejarmos evoluir, crescer. Do contrário, encontraremos estagnação e, muitas vezes, sofrimento.

Você pode começar analisando algumas situações e, que, na correria, se esquece de dar uma paradinha para avaliar suas relações. É final de ano e o momento é propício para fazer um balanço de sua vida. Responda a si mesma às seguintes perguntas:

- O que tem feito por você?

- Tem dito “não” quando essa deve ser a resposta? Ou ainda continua sempre querendo agradar a todos?

- Tem tido momentos de lazer, tem feito algo para se divertir?
O que gosta de fazer e não faz há muito tempo?

- Há quanto tempo você não dá um sorriso ou uma gostosa gargalhada?

- Como se sente em relação ao seu trabalho?

- E em relação à educação de seus filhos, caso os tenha?

- E como está sua relação com seus pais?

- E sua relação afetiva, sexual, como está?

- Tem sido rígida consigo mesma e com os outros?

- Tenta manter o controle sobre tudo e todos? Quando na verdade não consegue ter controle nem sob suas emoções?

- Sente muito mais o abandono do outro do que o abandono que faz a si mesma?

- Está em constante busca de aprovação e reconhecimento por se sentir sem valor?

- Está sempre se culpando do que acontece aos outros?

- Tem medo de perder a pessoa amada quando já se perdeu de si mesma?

- Consegue identificar seus sentimentos ou está sempre em constante movimento para não entrar em contato com o que está dentro de você?

- Está constantemente se frustrando por criar muitas expectativas?

Analise com calma todas essas questões e reavalie sua vida, suas relações. As dúvidas, os medos, mágoas, ressentimentos, culpa, frustrações, críticas, cobranças, são todos obstáculos ao crescimento. Transforme tudo isso.
“É o amor por si mesma e o respeito por seus valores e sentimentos que a fará se sentir uma pessoa de valor”

Não, não há receita nem fórmula mágica. Mas é certo que para as mudanças ocorrerem depende muito mais de você. Cultive dentro
de você a esperança, a fé, mesmo quando tudo parecer estar perdido.

É a harmonia consigo mesma e com aqueles que convive que lhe trará paz interior e preencherá seu vazio. É o amor por si mesma
e o respeito por seus valores e sentimentos que a farão se sentir uma pessoa de valor. E isso com certeza ninguém poderá lhe dar. Mas, também, ninguém poderá lhe tirar. É uma conquista absolutamente sua e, que, com certeza, fará toda diferença em
sua vida.

Depois de todas essa reflexões e prováveis mudanças, talvez a história que irá contar quando encontrar sua amiga seja bem diferente.

Sem comentários: